sábado, 16 de outubro de 2010

Ar


É da liberdade destes ventos
que me faço.
Pássaro-meu corpo
(máquina de viver),
bebe o mel feroz do ar
nunca o sossego.


Vida II


É do amor que se diz a verdade toda?
Pois do amor não direi nem a metade
quando é esta a verdade que me cabe.

Vida eu quero é despida de literatura.



Olga Savary

3 comentários:

lita duarte disse...

Belos versos.

Beijos.

Carmem disse...

Lindooooo!

Bjos.

prosasdeoutono disse...

Amiga Carmela

Belos textos, com palavras inteligentes.

Beijos
Alex